Release openSUSE 11.0

Publicado em 22/07/2008 às 17:22 | 14392 leituras

A primeira versão do SUSE Linux — uma distribuição de código aberto desenvolvida inteiramente pela empresa conhecida como SUSE — desembarcou em 1994. Em 2005, a Novell adquiriu a SUSE e, posteriormente, anunciou planos para abrir seu processo de desenvolvimento para o envolvimento da comunidade. Lançado em outubro de 2005, SUSE Linux 10.0 foi a primeira versão do SUSE a ser lançada como beta tester para o público. A versão 10.3, já renomeada para openSUSE, foi lançada em outubro de 2007.


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O segundo maior lançamento desde que a SUSE se tornou um projeto dirigido pela comunidade está caminhando bem. Fizemos um test drive com o openSUSE 11.0 . Por Juliet Kemp.



A primeira versão do SUSE Linux — uma distribuição de código aberto desenvolvida inteiramente pela empresa conhecida como SUSE — desembarcou em 1994. Em 2005, a Novell adquiriu a SUSE e, posteriormente, anunciou planos para abrir seu processo de desenvolvimento para o envolvimento da comunidade. Lançado em outubro de 2005, SUSE Linux 10.0 foi a primeira versão do SUSE a ser lançada como beta tester para o público. A versão 10.3, já renomeada para openSUSE, foi lançada em outubro de 2007.



A versão Linux comercial da Novell, o Suse Enterprise Linux (SEL), é baseada no openSUSE. Analisei o release candidate do openSUSE 11.0 de perto antes de seu lançamento final.



O que vem dentro?



O openSUSE 11.0 inclui o kernel padrão 2.6.25.4-8, assim como os desktops Gnome 2.22 ou KDE 4, o Firefox 3 (beta 5) e a versão 2.4.0 do OpenOffice. O GIMP 2.4.5 não é padrão na instalação, mas está incluído, bem como os clientes de email Evolution, o gerenciador de tarefas Task, o software Ekiga (para uso de VoIP ou outras aplicações similares) e o cliente de mensagens instantâneas Pidgin.



Instalação



Para obter o openSUSE 11.0, você pode fazer o download tanto do CD quanto do DVD, porém o DVD corrente só está disponível via BitTorrent. Se utilizar o CD, você deve escolher entre o que vem embarcado com o Gnome e o que vem embarcado com o KDE, embora possa instalar posteriormente outro gerenciador de janelas. O CD também é um Live CD, então você estará livre para testar o novo sistema antes de efetuar uma instalação completa. Para este review, baixei o Live CD com o Gnome 2.22.



A tela inicial de boot do CD lhe oferece a escolha de idiomas por meio de uma interface gráfica bem agradável. O boot a partir do CD demorou um pouco em virtude da idade avançada de minha máquina de testes, a qual me forneceu algumas mensagens de log via console ("Backtrace...") que podem alarmar qualquer usuário iniciante. Pelo menos as versões anteriores do SUSE possuiam um processo de boot gráfico que escondia por padrão todas as informações de texto do boot via console, mas oferecia a opção de poder vê-los sempre que desejasse.



Após o boot via Live CD, tudo parecia estar funcionando de acordo. Um pequeno problema identificado foi com meu teclado padrão UK, que não pegava. Assim, utilizei o mapa de teclado padrão US, o que significa que eu poderia ao menos escolher o idioma inglês britânico em conjunto com esse teclado. O processo de instalação é padrão para a distribuição via Live CD, com um enorme botão de instalação para se clicar (Figura 1).




Figura 1 – Instalação do openSUSE via Live CD.



Como o processo de instalação é bastante direcionado, meu problema com o teclado foi rapidamente solucionado. Entretanto, ocorreu um pequeno erro com o particionador: o processo de instalação gerou automaticamente uma sugestão de particionamento que, no meu caso, envolvia deleção, redimensionamento e reescrita de ambas as minhas partições, enquanto eu queria, simplesmente, que apenas a partição / (barra) fosse formatada.



Escolhi a opção manual partition (particionamento manual), mas a tabela de partição que me foi fornecida foi a da sugestão anterior e não o que reamente estava no disco. Com isso, não tive segurança de que aquelas alterações já haviam sido aplicadas, sendo que tive de clicar na opção reread partition (releitura da partição) para ter minha tabela de partição antiga de volta e reiniciar o processo a partir desse ponto. Nessa etapa, você precisa confirmar o processo antes de efetuar qualquer nova tabela de partição. Por um lado, isso pode ser um pouco confuso para qualquer usuário iniciante que gostaria de manter parte de sua configuração intacta. Por outro lado, a proposta de repartição é um processo ágil, caso você fique feliz em perder todos os seus atuais dados.



Tudo o mais na instalação é feito para você – o instalador sugere padrões razoáveis e então lhe oferece a opção de alterá-los. Além do particionador, deixei o instalador com um conjunto considerável de padrões. Também pesquei minha rede DHCP sem problemas.



Para finalizar a instalação, apenas reinicie. Esse é o melhor método e será melhor ainda se todas as configurtações forem efetuadas antes da reinicialização. Feito isso, tudo parece se configurar automaticamente. No meu caso, foi um sucesso completo (adorei a mensagem "do not panic!" exibida em letras garrafais e amigáveis quando o X11 se desliga e religa em seguida para verificar as configurações).



É claro que ele poderia ter feito com um pouquinho mais de clareza ao efetuar o cadastro dos usuários - você primeiro cria um usuário regular e, depois, o usuário root.



Eu esperava que primeiro me fosse apresentada a interface para a criação do usuário root. Quando tentei criar o root primeiro, me foi negada permissão, pois o usuário root já existia. A senha do usuário foi pedida na próxima tela.



Talvez isso seja uma intenção para que o sistema seja mais amigável com o usuário, mas, nesse caso específico, eu esperava mais explicações sobre o que a senha de root poderia fazer.



Também achei que a lista de repositórios não era totalmente amigável. Na longa lista de repositórios, algumas vêm marcadas como "recommended" (recomendado). Entretanto, para encontrar esses repositórios "recomendados", você precisa verificar toda a informação em cada um para achar essa nota.



Adicionalmente, no topo da lista está o repositório de desenvolvimento marcado como "expert only" (apenas para experts). Separando os repositórios em duas frentes – "recomendados" e "extras" – poderia ser de maior utilidade para os iniciantes, ou mesmo para um usuário experiente que não seja familiar com o cadastro de repositórios do openSUSE.



O processo de instalação fornece um grupo relativamente pequeno de pacotes, tendo eu que instalar outros programas manualmente. Pelo lado positivo, resta-lhe bastante espaço em disco. Além disso, o openSUSE poderá ser instalado em uma partição relativamente pequena em disco (minha instalação ocupou aproximadamente 2GB). Pelo lado negativo, isso tornou a instalação pouco rica em recursos instalados. Por exemplo, eu tive de instalar o Vim manualmente. Você também precisará executar imediatamente um update, mas não está claro como efetuá-lo. Fiz a atualização do sistema via gerenciador de instalação, mas eu esperava algo um pouco mais óbvio.



Novas características



O openSUSE 11.0 inclui uma longa lista de novas features, sendo a maioria delas correções de bugs que podem não parecer tão óbvias para o usuário, mas as outras implementações valem uma análise mais séria. Uma novidade é que a ext3 fsck check foi desativada. Na maioria dos sistemas, essa é uma verificação que é agendada para iniciar após um número específico de dias sem que o fsck tenha sido executado. Com um sistema de arquivos com journaling como o ext3, isso não deveria ser necessário, além de ser bastante inconveniente para o usuário pelo longo tempo perdido na varredura das partições. Eu já tive de esperar um bom tempo após um reboot por causa dessa verificação, o que pode ser bastante inconveniente, principalmente se o ocorrido for depois de uma falha no fornecimento de energia.



Os pacotes agora são filtrados por palavras-chave no YaST, sendo que é a primeira vez que uma distribuição Linux implementa esse tipo de busca, de acordo com a equipe de desenvlvimento do openSUSE. Isso parece uma grande melhoria. Levando em consideração minha experiência com Debian, é você quem tem de fazer sua pesquisa por pacotes fora da ferramenta de instalação.



Com o openSUSE, você pode fazer isso da janela de instalação, que é bem rápida. Cartões de rede UMTS já são suportados, e o suporte a tablet PC foi melhorado. Os telefones móveis e os PDAs agora já são plug-and-play (mesmo eu não tendo testado). Para o CUPS e o LPD, várias idiossincrasias foram corrigidas. No desktop, um applet para data e hora fácil de utilizar foi adicionado e funciona como esperado. No geral, nada muito dramático, mas uma quantidade considerável de melhorias.



Trabalhando com openSUSE



A primeira coisa que me pegou foi que não tinha uma maneira óbvia de executar atualizações automáticas. Em vez disso, se você abrir o yast2, o gerenciador de instalação, você pode escolher as atualizações. Entretanto, você precisa selecionar fisicamente todos os pacotes. Não é fornecido um botão para atualizar tudo e eu não pude encontrar uma opção apropriada na linha de comando, ou mesmo ver um ícone ou outra indicação de que uma atualização se faz necessária.



Contudo, a instalação de atualizações via yast2 é certeira. Para lhe ajudar a encontrar seu pacote, você pode usar uma caixa de busca (search box) ou navegar por meio de várias seleções de pacotes, como mostrado na Figura 2. As dependências são baixadas automaticamente. Entretanto, o gerenciador de instalação gasta um certo tempo — vários segundos em minha máquina — para inicializar. Possuo uma máquina razoavelmente lenta, mas essa espera foi maior do que eu esperava quando verificava por atualizações em outras distribuições.




Figura 2 – O gerenciador de instalação YaST.



O menu, no canto inferior esquerdo da tela, lembra o botão de início do Windows XP, mostrando os aplicativos frequentemente utilizados e os recentemente utilizados (Figura 3). Não encontrei opção alguma para alterar o layout ou o setup deste menu, e abrir aplicativos que não estejam no menu padrão é bastante lento. Os botões, entretanto, são fáceis de criar na barra de tarefas pelo simples ato de "arrastar-e-soltar".




Figura 3 – Menu iniciar do openSUSE 11.0.



Gostei muito da opção de "informação de conexão" (connection infromation) no menu, porém ela me deu o endereço de IP errado. O endereço certo foi identificado e a rede estava funcionando de acordo, então não tenho certeza do que pode ter ocorrido.



Uma seleção de programas foi marcada para ser inicializada automaticamente. Esses mesmos programas você pode alterar o status da Central de Controle (Control Center). Por padrão, dentre os programas com inicialização automática, está incluído o gerenciador de touchpad (touchpad manager), que se torna desnecessário se você não possui um touchpad. Essa funcionalidade serve para a configuração de laptops. Foi uma surpresa o sistema não ter detectado se existe ou não um touchpad no computador e, com isso, executado o setup de acordo, durante o processo de instalação.



O navegador padrão é o Firefox versão 3 (beta 5), o que parece ter sido uma decisão razoável, considerando sua estabilidade relativa em relação ao Firefox 2, que já estava bem antiquado. O programa de notas Tomboy, o qual eu ainda não havia utilizado, é um item instalado por padrão com direito a um botão de atalho na barra de menu.



O Tomboy permite que você crie novas notas (anotações mesmo), acesse-as via atalhos no teclado e as conecte entre si, bastante similar ao wiki-lite. A Figura 4 mostra várias anotações conectadas entre si e o sistema de busca.




Figura 4 – Tomboy em ação.



O Tomboy também pode ser sincronizado com um diretório local ou mesmo off-site via SSH ou WebDAV. O Control Center (Painel de Controle) oferece uma interface gráfica para o gerenciamento de várias configurações, criações de novos usuarios e assim por diante (vide Figura 5). No Painel de Controle (como o super-usuário root), você pode iniciar o YaST, o qual controla os sistemas básicos não respectivos ao usuário como a configuração de um servidor de email, LDAP, NIS, Firewall e demais (vide Figura 6).




Figura 5 – o Control Center acessado como usuário.



Outro problema significante que encontrei foi que o firewall configurado por padrão bloqueia o acesso via SSH na máquina. Em nenhuma parte da interface do firewall há a informação de como resolver rapidamente esse problema sem ter de desativá-lo completamente.




Figura 6 – o Gerenciador YaST acessado como root.



Já na seção multimídia, temos o Banshee, que é um aplicativo de vídeo e áudio que inclui, por padrão, uma opção Last.FM na barra lateral. Inicialmente, não pude fazê-lo funcionar, pois ele me fornecia muitas mensagens de erro. Quando instalei o Rhythmbox e tentei novamente, descobri que o problema foi a ausência de codecs MP3 na instalação padrão. O Rhythmbox me alertou sobre esse problema e abriu uma página web da OpenSUSE, de onde pude instalar o pacote de codecs adequado (Figura 8). Com um simples clique, instalei o pacote e então reinicializei o Rhythmbox.




Figura 7 – Banshee em ação.



Após todo esse procedimento, o Banshee funcionou perfeitamente. Além disso, apesar de ter gostado da interface do Last.FM, achei muito ruim saber que o Banshee não é capaz de iniciar o mesmo processo executado pelo Rhythmbox. O Flash não é incluído por padrão, mas o pacote do Flash Palyer está disponível e, uma vez instalado, funciona automaticamente com o Firefox.




Figura 8 – Página para a instalação de codecs MP3.



Conclusões



No todo, o openSUSE 11.0 acerta no balanço entre os usuários novos que são acomodados e os usuários especialistas. Em uma visão maia abrangente, existe muito poderio, enquanto mantêm a facilidade de uso em mente. Fiquei impressionado com o avanço no desenvolvimento de muitas coisas, como o Flash no Firefox, que funciona com simplicidade. Mesmo tendo passado anos discutindo sobre Linux, prefiro quando há menos discussão! O YaST é a reminiscência da bem construída System Preferences do Mac, entretanto, existem algumas escolhas erradas, como a inabilidade de alterar o layout do menu principal, além da visível falta de facilidade em atualizar o sistema. Além disso, é decepcionante que as codecs MP3 não sejam incluídas por padrão em decorrência de problemas legais, os quais o media player não pode alertar os usuários desse problema. Isso pode confundir um usuário iniciante, podendo ele se afastar do Linux. De um modo geral, a versão 11.0 é um bom esforço da equipe de desenvolvimento do openSUSE, com apenas alguns problemas que, espero, sejam corrigidos na próxima versão.

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